“Eu creria
na sua salvação se eles (os cristãos) se parecessem um pouco mais com pessoas
que foram salvas’’ (F. Nietzche)
Essa afirmação dita por Fiedrich Nietzche,
no final do século XVIII, nunca foi tão atual como nos dias de hoje. O cristianismo
está cheio de pessoas e líderes que vivem a verdade como se fosse uma mentira. Pessoas
que vivem o que não pregam e pregam o que não vivem.
O professor Hugh Black, no seu “Serviço
de amor a Cristo”, diz:
“Uma
jovem judia, que é agora cristã, pediu a certo senhor que lhe havia dado
instruções a respeito do evangelho, que lesse com ela a história. Porque, disse
ela, tenho lido os evangelhos e estou perplexa. Quero saber quando os cristãos
deixaram de ser tão diferentes de Cristo”
Essa é a realidade atual, um
cristianismo que tem o rótulo de Cristo, mas nenhum conteúdo dEle. Vivemos na época
do vazio. A manipulação está substituindo o conhecimento de Deus e sua Palavra
em nossas igrejas. Não são poucos os que têm a cruz de Cristo no peito, mas não
têm Cristo na mente. Os membros das igrejas são recebidos, mas não são
instruídos; são animados, mas não são ensinados. As pessoas estão adorando a um
Deus que elas não conhecem. A verdadeira adoração requer o envolvimento do
coração e da cabeça. O culto do coração, sem o entendimento, é forma errada de
adoração, conforme o Senhor Jesus Cristo.
Muitas igrejas são como os atenienses
no Areópago. O altar estava ali, a adoração está sendo realizada, mas o Deus é
desconhecido. A cena é parecida demais com a igreja moderna. Muitas nada mais
falam de Deus e se resumiram apenas a um ajuntamento de pessoas, um verdadeiro
Clube Social, onde tudo é superficial, inclusive o estudo sobre Deus. O caráter
de Deus é desconhecido.
Essa falta de conteúdo de Cristo na
vida daqueles que são ou se dizem seus seguidores tem tirado a força do testemunho
da verdade e a credibilidade da mensagem do evangelho.
O pastor Paulo Romeiro, em uma
palestra, tratando sobre o mundanismo X espiritualidade em nossas igrejas,
disse:

