Quais os
métodos usados para assassinar os Profetas?
No mundo
antigo havia várias maneiras de se calar um profeta. Usando a força física, ou
seja, a tortura. A Bíblia diz que alguns foram serrados ao meio. Outros ficaram anos presos
em calabouços, outros ainda foram espancados, perseguidos, humilhados, ultrajados
etc.
Veja o caso
de João Batista, a cabeça arrancada e posta em uma bandeja de prata.
Estevão, apedrejado até a morte. E Jesus, que foi crucificado.
A igreja romana
silenciou milhares de profetas, queimando-os em praças públicas juntos às
próprias Bíblias. Observação: vivos.
O comunismo
do Leste Europeu irrompeu em fúria cometendo os mais bárbaros crimes contra
os profetas de Deus, como: arrancar suas línguas, unhas, colocando-os sob a
pressão da lavagem cerebral etc.
O mundo não é
digno destes profetas!
Hoje, porém
como tudo, a maneira de se silenciar um profeta também mudou!
Após uma
reunião, a cúpula assassina, reúne-se e expõe o que este ou aquele profeta
falou, que não os agradou, e então selam a sentença de morte: - Ele está
proibido de pregar aqui, ali e até onde vai a nossa jurisdição!
Silenciam o
profeta em suas regiões, em seus domínios, em seus reinos!
Exatamente
como fizeram com o Nosso Senhor Jesus Cristo! Só não o crucificam literalmente,
porque não podem. Mas o crucificam moralmente, sacrificam famílias inteiras em
nome de suas intolerâncias.
E certo que
isto não serve para todos, pois existem, de fato, profetas e "profetas",
mas onde está o discerni mento?
Existem de
fato tantos, me perdoem a expressão "picaretas religiosos", que permeiam
nossos púlpitos e são aplaudidos pelo clero, que, pelo fato deste mesmo clero não possuir
mais o discernimento de Deus, permitem que estes picaretas, que não têm mais compromisso
com Deus e com o povo de Deus (mas que falam coisas que todos gostam de
ouvir) professem aquele Evangelho sem compromisso, de promessas ocas e materialistas.
E em contrapartida, homens santos que falam as verdades acerca da sã doutrina da
santidade e do caráter cristão, que falam sobre a abominação que há sobre os nossos
altares, que falam sobre a corrupção em muitos púlpitos, que falam não aquilo que
todos querem ouvir, mas aquilo que todos precisam ouvir, são mortos, isolados, amordaçados
e, por fim, destruídos.
Extraído do livro: Assassinos de Profetas – Marco Feliciano

