“Estariam
"preparando terreno" no Brasil, visando as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”?
Três
australianos foram detidos na quinta-feira (12) no aeroporto de Viru
Viru, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, quando tentavam embarcar em um
voo da Gol, com destino ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, portando explosivos.
A TV Globo apurou que um dos passageiros, Julian Giovani Vincenzo, levava
dinamite, localizada por policiais bolivianos em uma revista aleatória. Ele
estava acompanhado de outros dois australianos, Liam Mark Eales e Jusrtin
Maurice Wei Kwon.
Segundo informou a empresa áerea Gol (leia nota da companhia ao final desta
reportagem), um dos passageiros do voo G3 7601 foi flagrado transportando
“objeto não permitido em sua bagagem de mão”.
Investigadores
afirmaram que os três jovens australianos passaram pela fiscalização e
conseguiram chegar até a sala de embarque do aeroporto – última etapa antes de
entrar no avião.
Devido ao flagrante, todos os outros passageiros do voo foram vistoriados, assim como a aeronave.
Em nota, a Gol explicou que “seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso”.
Investigadores disseram à TV Globo que, apesar de ter sido evitada, a ocorrência assustou porque os australianos estavam prestes a entrar em um avião de uma companhia brasileira com destino a São Paulo.
As investigações sobre os motivos pelos quais o grupo pretendia embarcar com explosivos para o Brasil ainda estão em andamento.
Autoridades ligadas a órgãos de inteligência estão acompanhando de perto os detalhes porque há uma política permanente de prevenção de riscos a atentados, especialmente por causa das Olímpiadas de 2016, no Rio.
Essas autoridades querem saber especialmente se os australianos já têm algum antecedente policial.
Nota da Gol
Leia abaixo a nota da companhia aérea Gol sobre o episódio:
Antes do procedimento para embarque do voo G3 7601, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para Guarulhos, em São Paulo, no dia 12/11, a polícia local identificou que um dos passageiros transportava objeto não permitido em sua bagagem de mão. Seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso.
Devido ao flagrante, todos os outros passageiros do voo foram vistoriados, assim como a aeronave.
Em nota, a Gol explicou que “seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso”.
Investigadores disseram à TV Globo que, apesar de ter sido evitada, a ocorrência assustou porque os australianos estavam prestes a entrar em um avião de uma companhia brasileira com destino a São Paulo.
As investigações sobre os motivos pelos quais o grupo pretendia embarcar com explosivos para o Brasil ainda estão em andamento.
Autoridades ligadas a órgãos de inteligência estão acompanhando de perto os detalhes porque há uma política permanente de prevenção de riscos a atentados, especialmente por causa das Olímpiadas de 2016, no Rio.
Essas autoridades querem saber especialmente se os australianos já têm algum antecedente policial.
Nota da Gol
Leia abaixo a nota da companhia aérea Gol sobre o episódio:
Antes do procedimento para embarque do voo G3 7601, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para Guarulhos, em São Paulo, no dia 12/11, a polícia local identificou que um dos passageiros transportava objeto não permitido em sua bagagem de mão. Seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso.
Via G1
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