Vencendo a incredulidade. Tiago
1.6ᵇ-8 – A
incredulidade é inimiga de Deus, por isso o escritor aos Hebreus escreveu que
“sem fé é impossível agradar-lhe (Hb
11.6)”, pois quando não cremos em milagres, providências e livramentos
divinos também estamos duvidando de sua Palavra. É, portanto, impossível que alguém
seja crédulo sem conhecer e dar crédito à Palavra de Deus (Rm 10.17); se não tivermos conhecimento da Palavra do Senhor não
teremos bagagem para viajarmos no sobrenatural. Eis a razão de muitas pessoas
no rol de membros estarem na igreja a dezenas de anos e viverem uma vida
medíocre espiritual e ministerialmente. Não oram por enfermos, nem mesmo se o
enfermo for ele mesmo, têm medo de demônios e saem correndo ao se depararem com
uma pessoa possuída; não têm ousadia para evangelizar alguém na rua, trabalho,
escola ou em qualquer outro lugar; não conseguem sequer ler um versículo da
Bíblia diante da igreja por medo de errar. Essas são geralmente pessoas que não
se interessam pela Bíblia, Culto de ensinamento e Escola Bíblica Dominical.
Quando
aceitamos a Palavra como verdade e pomos em prática o que Deus nos ensina,
podemos esperar que o sobrenatural venha até nós; somos revestidos de poder e
ousadia (At 4.13). A diferença entre
o crédulo e o incrédulo é que o segundo se recusa a acreditar que em Deus
podemos fazer proezas (Sl 60.12);
enquanto que o primeiro entende que tudo é possível ao que crê (Mc 9.23). Acreditar é essencial para se
alcançar o milagre; quando você acredita que Deus é maior que nossos problemas
ou dificuldades, então terá dado o primeiro passo rumo ao sobrenatural de Deus
(2Rs 6.16). Frequentemente ouvimos
testemunhos de pessoas que declaram terem sido libertas dos vícios de álcool ou
cigarros, enquanto que outros insistem em dizer que não puderam parar. E por
vezes nos perguntamos: Por que alguns conseguem e outros não? A resposta está
entre acreditar ou não. Se uma pessoa acredita que é maior, mais forte e pode
vencer o vício e que em Jesus é livre de todo fardo maligno (Jo 8.32,36) com certeza absoluta se
libertará; caso contrário sempre será prisioneira.

