Os pais
tem sua parcela de culpa, por não acompanhar os relacionamentos dos filhos na
internet (facebook), e em muitos casos são até promotores desse mal, pois não
deixam de postar fotos de seus filhos nus ou seminus nas redes sociais.
Os
pedófilos estão atentos e na maioria das vezes agem de forma disfarçada, com um
perfil falso para conquistar a confiança dos pequenos. Juntamente com a
pedofilia cresceu também o número de desaparecimento de crianças, facilitado
pelas redes sociais, com fotos, idade e endereços. Esses desaparecimentos são
motivados pelo tráfico de crianças ou venda de órgãos.
Ex: “Com
todo respeito, mas você está linda!” “Com
todo respeito, mas seu marido é um homem de sorte”.
“Me
perdoe, mas tenho que dizer...” “Me perdoe por este sentimento.” Etc.
Alienação: Um
parente ou amigo vem me visitar e a primeira pergunta não é se eu estou bem,
mas, “tem Wi-Fi?”
Um
estudo na Universidade de Chicago apresentou o resultado de uma pesquisa. Uma
série de voluntários foi convidada a responder um questionário relatando quais
seriam os seus desejos mais fortes durante uma semana. O resultado? Impulsos,
como devorar aquela barra de chocolate, fumar um cigarro ou até a sede sexual
mostraram-se mais controláveis do que aquela checada no Facebook. Não
suportariam passar um dia inteiro sem internet.
Isolamento social: É
engraçado pensar que um site, cujo o intuito é reunir as pessoas, possa
resultar em fobia social. Quem prova isso é o Núcleo de Pesquisa de Psicologia
em Informática da PUC/SP. É claro que isso não é uma regra, porém, diz o
estudo, quando uma pessoa já apresenta sintomas e pré-disposição a
instabilidades psicológicas, as redes sociais podem, sim, levar à fobia social.
É que muitos pacientes usam a internet como um lugar para fugir de situações
sociais de verdade. Algumas pessoas não têm mais vida real, relacionamentos
reais; criam um ou mais perfis falsos e se relacionam apenas virtualmente. Os
alvos desse mal na maioria das vezes são pessoas com algum tipo de complexo de
inferioridade: Financeiro, aparência, histórico familiar, etc. Essas pessoas
acabam por ficarem isoladas em seus quartos sem contato com a família ou amigos
reais; e em muitos casos, esse isolamento gera o suicídio.
Distanciamento familiar: As famílias
têm sido imensamente atingidas por esses males. Pais e filhos, maridos e
mulheres que já eram atingidos pelas mazelas da TV, agora ganharam um novo
inimigo, o Facebook.
Cada um
em seu mundinho chamado celular, conectados ao mundo inteiro e tão afastados de
sua própria família. No carro, na mesa, no banho, na cama... Cada qual em sua
bolha imaginária. E ai se alguém resolver invadir! Dão a vida pra não darem a
senha.
Que
possamos controlar a tecnologia e não sermos controlados por ela.
Faça um teste. Entre você
e você mesmo. Não precisa contar para o marido, para a esposa, filhos ou
amigos; uma decisão pessoal pra avaliar seu grau de alienação.
Tente ficar uma semana sem usar as redes
sociais, Face, WhatsApp, Skype, etc. Sem ter que dar uma olhadinha
nas mensagens ou atualizações.
Se
conseguir, então a tecnologia é bênção e não maldição pra sua vida e você
poderá dizer que tem domínio próprio.
Se não
conseguir, então preciso lhe dizer: Você precisa de libertação!


