(Entende-se que aqueles que fazem uso de
instrumentos ritualísticos judaicos ainda esperam o Messias)
Em
muitas igrejas neopentecostais o uso de instrumentos ritualísticos judaicos tem
se tornado uma constante, acrescentando ao culto evangélico itens que alteram a
tradição e, em último caso, são erros do ponto de vista teológico.
O reverendo
presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes publicou um vídeo em seu canal Perguntar
Não Ofende abordando o assunto, e apontou que itens como o shofar, amenorá,
os incensos, talits, kipás e estolas sacerdotais do judaísmo não
pertencem ao culto cristão pois perderam seu significado na cruz.
“Todas
essas coisas eram simbólicas e tipológicas, elas apontavam para o Senhor Jesus
Cristo”, explicou Lopes, lembrando que as cartas do apóstolo Paulo aos romanos,
hebreus, gálatas e tessalonicenses deixam claro que os significados que esses
adereços rituais tinham apontavam para o Messias, e todas se cumpriram em
Jesus, que rasgou o véu ao entregar sua vida em sacrifício, tornando-os
inválidos.
“Portanto,
não faz o menor sentido num culto evangélico – que é centrado na pessoa de
Cristo – que se toque shofar, que se traga a arca, que alguém se vista de
rabino, que se traga candelabro, que se fale do púlpito como sendo o altar, que
se fale dessa questão de sacrifício… não tem nada a ver”, ensinou.
Observando
o ministério de Jesus Cristo como exemplo, o reverendo destacou que, o Novo
Testamento orienta que o culto seja despojado de representações, centrado no
Evangelho, na mensagem de perdão dos pecados e Salvação: “As únicas representações
autorizadas são a ceia do Senhor e o batismo, e dessa forma, então, o foco
sempre é a pessoa de Jesus Cristo e o que Ele fez por nós na cruz do Calvário”,
disse.
GNOTICIAS

