O
projeto, de autoria do político republicano Kevin Tanner, foi aprovado durante uma
votação na última semana, de forma unânime, unindo duas linhas rivais de
pensamento político. Democratas estavam de acordo com a proposta, e o projeto
recebeu 161 votos a favor, e nenhum contra.
Segundo
informações do Acontecer Cristiano, a “Lei de Proteção de Pastor” estipula que
“o ministro do Evangelho, o clero, ordenado ou praticantes religiosos que são
autorizados a realizar casamentos, não serão obrigados a realizar cerimônias ou
administrar sacramentos que sejam contra as suas crenças e o livre exercício da
religião sob a Constituição deste estado ou dos Estados Unidos”.
Tanner
disse que esta lei é uma reafirmação do princípio fundamental da separação
entre a Igreja e o Estado: “Ela deixa claro os aspectos que, na Geórgia se
homenageia os juramentos sagrados feitos pelos nossos pastores, padres, rabinos
e outros clérigos, e o governo não tem intenção de pedir quebrar seus
juramentos”, disse.
A lei
também protege os templos de igrejas, sinagogas e outros locais das
organizações de culto e proíbe o governo de obrigar que se faça um evento que
viole a doutrina religiosa.
Representantes
da comunidade LGBT criticaram a lei, afirmando que trata-se de uma “licença
para discriminar”. No entanto, as críticas não foram suficientes para fazer o
projeto ser recusado pelos legisladores.
Enquanto
isso, o pastor Daniel Ausbun, da Primeira Igreja Batista em Moreland, comentou
a aprovação em uma entrevista a um jornal local: “A liberdade religiosa é a
liberdade de crer e praticar a fé sem interferências do governo”, resumiu.
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