A posse do tríplex reformado pela construtora OAS para Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia era investigada pelo Ministério Público de São Paulo, em inquérito decorrente do caso Bancoop, e pelo Ministério Público Federal na Lava Jato. A juíza entendeu que os crimes são de âmbito federal e podem estar relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras. Caberá a Moro agora decidir se aceita a competência e acata ou não o pedido de prisão e a acusação formal. O ex-presidente também é investigado em outras frentes da Lava Jato, a apuração ocorre sob o crivo do Supremo Tribunal Federal, por causa de citações a parlamentares e ministros com foro privilegiado. Como a nomeação de Lula foi suspensa pelo Supremo, ele permanece sem a prerrogativa.
Num
mundo obscuro, em que os gatunos são cada vez mais pardos, o futuro é insinuado
nos detalhes. Nesta segunda-feira (2), o juiz Sérgio Moro autorizou a
transferência de quatro presos da Lava Jato da carceragem da Polícia Federal,
em Curitiba, para o presídio de Pinhais, na região metropolitana da capital
paranaense.
Trocarão de cela o marqueteiro João Santana, sua mulher Mônica Moura, o ex-senador Gim Argello e o empresário Ronan Maria Pinto. Quem acompanha o escândalo já aprendeu: quando o doutor Moro manda esvaziar o xadrez curitibano da PF é porque o caso exige a expedição de novos mandados de prisão. Logo, logo a hospedaria do PF’s Inn estará lotada novamente.
Trocarão de cela o marqueteiro João Santana, sua mulher Mônica Moura, o ex-senador Gim Argello e o empresário Ronan Maria Pinto. Quem acompanha o escândalo já aprendeu: quando o doutor Moro manda esvaziar o xadrez curitibano da PF é porque o caso exige a expedição de novos mandados de prisão. Logo, logo a hospedaria do PF’s Inn estará lotada novamente.
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