A
Sociedade Americana de Pediatria (SAP) divulgou uma declaração em janeiro
expressando preocupações com a Gardasil, vacina do vírus do papiloma produzida
pela empresa farmacêutica Merck, e sua correlação com a insuficiência ovariana
prematura, também conhecida como menopausa prematura.
As
preocupações da SAP se baseiam em duas séries de registros de casos publicadas
desde 2013 em que meninas vacinadas com a Gardasil desenvolveram menopausa
prematura. Além disso, houve 213 registros de menopausa prematura ou amenorreia
(ausência de períodos menstruais) registrados nos dados do Sistema de Registro
de Efeitos Colaterais de Vacinas (SRECV) desde a aprovação da Gardasil em 2006.
A maioria desses registros estava direta e exclusivamente ligada à Gardasil. A
SAP comentou que durante o período antes da vacina do HPV, não havia nenhum
caso de menopausa prematura registrado no SRECV. A SAP também questionou a
validade dos testes clínicos da Merck antes da concessão de licença. Os testes
testaram a segurança da vacina porque a Merck não usou um placebo inativo
verdadeiro, mas em vez disso um “placebo” bioativo que continha dois dos
ingredientes da vacina, um dos quais era o alumínio.
LIBERTAR.IN