2017 é um ano profético
para Israel, afirma especialista.
O conferencista internacional Asher Intrater é um judeu
messiânico especialista em profecias sobre o fim dos tempos que fundou o
ministério Reaviva Israel. Ele esteve no Brasil na virada do ano, onde ele
disse ter recebido o que chama de palavra profética: “Voltaremos para a era de
Atos dos Apóstolos”.
Ele conta que desde 1984, Deus o direcionou para formar uma
equipe apostólica judaico-messiânica. Desde então, vem trabalhando para
espalhar uma visão pelo mundo.
Ele diz que a maioria dos ministérios olham para o livro de
Atos como modelo. Mas agora o Senhor o está guiando para um sentido bem
diferente, não como um padrão, mas uma “era”. Segundo ele, é o que 1 Coríntios
10:11 anuncia: “para [nós] sobre quem já são chegados os fins dos séculos.”
Destaca que no Novo Testamento, Jesus, Pedro, Paulo e João
fizeram referência a um duplo “fim”: um em sua própria geração e outro que
viria nos nossos dias (Mateus 24.3). Sendo assim, haveria uma “sobreposição de
profecias” quando o assunto é o fim dos tempos.
A primeira era dos apóstolos ocorreu pouco tempo antes do
“fim dos tempos” da sua época – a destruição de Jerusalém e do Templo. Logo, a
“nova era dos apóstolos” ocorrerá logo antes do “fim dos tempos”, que também
envolve a destruição de Jerusalém, uma ameaça que aparece constantemente nos
jornais.
Asher anunciou na Charisma, a maior revista pentecostal do mundo,
que acredita que o momento que estamos vivendo é especial. “Está havendo uma
aceleração do relógio para as nações, para Israel, para a Igreja, para as
comunicações, para a revelação, para o avivamento, para a perseguição, para o
término da grande comissão de Atos 1.18, para o derramamento do Espírito sobre
toda a carne de acordo com Atos 2.17 e para a restauração de todas as coisas
como descrito em Atos 3.21. O ano de 2017 representa um avanço marcante, um
“recomeço” para que as profecias apostólicas e apocalípticas se cumpram”,
anunciou.
Seu pedido é que a Igreja se desperte para isso e apoie
Israel, que vem enfrentando grandes ameaças nos últimos meses, sobretudo de
organizações como a ONU que desejam intervir e dividir Jerusalém, o que poderá
dar início a uma grande guerra.
Nos próximos meses será comemorado os 50 anos de sua
reunificação e, segundo o calendário judeu, o início do ano 70 da independência
de Israel, decretado oficialmente em maio de 1948. GOSPELPRIME



