O
comício disfarçado de missa póstuma em homenagem à ex-primeira-dama Marisa
Letícia, realizado no último sábado, 07 de abril, expôs um cenário de devoção
religiosa ao ex-presidente Lula (PT) por parte dos seguidores da ideologia
política de esquerda.
As
cenas insólitas registradas durante o ato mostraram o nível de devoção a Lula
por parte dos seguidores do PT e demais entusiastas da esquerda: a
ex-presidente Dilma, comunista, fez uma “oração”, recitando um devocional de
São Francisco de Assis; e a pastora luterana Lusmarina Campos Garcia pedindo,
de forma genérica, que os militantes fossem “à luta” por Lula.
Moisés
Aos
poucos, o comício deixou o disfarce de missa e se tornou um ato ecumênico, o
que permitiu ao líder judeu Nelson Nisenbaum comparar Lula a Moisés, que
comandou o êxodo hebreu do Egito.
“A
liberdade e a justiça são valores fundamentais para nós, judeus… Nós sofremos
com o nazismo na Alemanha, e nós estamos sentindo o cheiro do fascismo aqui no
Brasil. Onde houver fascismo, o judeu estará ferido. Não interessa contra quem.
Se o negro está ferido, o judeu está ferido, se o muçulmano está ferido, o
judeu está ferido”, disse Nisenbaum.
“Se o
Lula está sendo injustiçado, o judeu está sendo injustiçado. Lula é o nosso
Moisés! Ele formou o povo brasileiro. Ele nos fez cruzar o Mar Vermelho para
chegar na liberdade! Viva Luiz Inácio Lula da Silva, Lula livre! Lula
presidente”, acrescentou o judeu.
GOSPELMAIS


