Após dois anos de tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da
Câmara dos Deputados, foi aprovado em Junho desse ano, no colegiado, o projeto
de lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e proíbe a
aplicação de castigos físicos a crianças e adolescentes.
A “Lei da Palmada”, lei que tem como objetivo punir
castigos que resultem em sofrimentos físicos a crianças. Rebatizada para “Lei
Menino Bernardo”, em homenagem a uma criança que teria sido morta pela madrasta
e pelo pai, a lei motivou uma série de discussões e polêmicas por todo o país.
Apesar dos acordos costurados no Congresso, a presidente Dilma Rousseff não vetou o trecho que gerava insatisfação na bancada
evangélica. Ela
retirou da legislação, contudo, a parte que determina punição, com multa, de
profissionais da saúde, educação ou assistência social que se omitirem de casos
suspeitos ou confirmados de maus tratos, deixando de comunicá-los às
autoridades. Em sua forma original, o texto determinava a aplicação de 3 a 20
salários-mínimos neste caso.
Sofrimento
ou lesão
A proposta define o castigo físico como a
"ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força
física sobre a criança ou o adolescente que resulte em sofrimento físico ou
lesão".
O tratamento
cruel e degradante é colocado como "a conduta ou forma cruel de tratamento
em relação à criança ou ao adolescente que humilhe, ameace gravemente ou
ridicularize".
O projeto estabelece a quem
se utilizar de castigo físico ou tratamento cruel ou degradante a participação
em ações definidas pelo Conselho Tutelar, sem prejuízo de punições cabíveis em
cada caso.
Mas também entendemos que não podemos retirar a disciplina da criança, pois temos o dever de educá-las no caminho em que devem andar: "Ensina a criança no Caminho
em que deve andar, e mesmo quando for idoso não se desviará dele!" Pv 22.6
E muitas vezes é necessário o uso da vara; e qualquer lei que inverta o papel de pais e filhos não pode ser aceita por nós. A meu ver é isso que tal lei provocará, pois pais que não corrigem e disciplinam seus filhos, certamente sofrerão as consequências e contribuirão em muito para que se tornem delinquentes; leis como estas querem dar aos filhos poder sobre os pais, e isso é antibíblico. Analisemos a Palavra de Deus e tiremos nossas próprias conclusões:"
Provérbios 19.18
Disciplina teus filhos enquanto eles têm idade para aprender; não cooperes para a morte deles!
Disciplina teus filhos enquanto eles têm idade para aprender; não cooperes para a morte deles!
Provérbios 22.15
A tolice mora
naturalmente no coração das crianças, mas a vara da correção as livrará dela!
Provérbios 23.13
Não hesites em disciplinar a criança; ainda que precises corrigi-la com a vara, ela não morrerá.
Não hesites em disciplinar a criança; ainda que precises corrigi-la com a vara, ela não morrerá.
Provérbios 23.14
Castiga-a, tu mesmo, com a vara, e assim a livrarás do inferno.
Castiga-a, tu mesmo, com a vara, e assim a livrarás do inferno.
Provérbios 29.15
A vara da disciplina e as palavras da repreensão dão sabedoria, mas o jovem abandonado à sua própria sorte envergonhará sua mãe.
A vara da disciplina e as palavras da repreensão dão sabedoria, mas o jovem abandonado à sua própria sorte envergonhará sua mãe.
Provérbios 29.17
Corrige o teu
filho, e ele te dará descanso; trará delícias para ti.



