Com cerca de 27 metros de diâmetro, a rocha conhecida como “Pedra de
Xangô” fica em Salvador, entre os bairros Cajazeiras X e Fazenda Grande II. Há
séculos é visitada pelos seguidores das religiões afro-brasileiras. Para eles é
um local sagrado, onde depositam suas oferendas e fazem rituais.
Em novembro, um grupo de evangélicos foi acusado de pichar a pedra,
despejar 200 quilos de sal grosso no local e destruir as oferendas. Isso causou
revolta nos adeptos das religiões afro, que passaram a pedir o tombamento do
local pelo poder público. O governo da Bahia, que é do PT, já sinalizou que
assentará.
“Esse monumento aqui significa muito para o povo do axé, para o povo do
candomblé, de Umbanda, que aqui cultuam suas divindades e este monumento
precisa ser preservado”, disse Leonel Monteiro, da Associação de Preservação da Cultura da Afro.
Uma denúncia formal foi feita ao Centro de Referência de Combate ao
Racismo Nelson Mandela, localizado na capital baiana, por líderes de religião
afro. Eles alegam que é um caso claro de intolerância religiosa. Nenhuma igreja
evangélica foi formalmente acusada, pois não há testemunhas.
Menos de um mês depois do ocorrido, o governo baiano divulgou um ato de
“solidariedade aos povos de terreiros”, com pastores que representam a
Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e do Conselho Ecumênico Baiano de
Igrejas Cristãs (CEBIC) se reuniram nesta quarta-feira (10). O encontro
ecumênico teve a participação do secretário estadual de Promoção da Igualdade
Racial, Raimundo Nascimento.
Para surpresa de muitos, a diretora-executiva da CESE e pastora da
Igreja Presbiteriana Unida, Sônia Mota, asseverou: “Precisamos assegurar que o
Brasil seja um Estado laico de fato, onde todas as religiões sejam possíveis e
os deputados não defendam a sua fé, mas o direito do povo brasileiro ser e
existir com toda a sua diversidade”. Um verdadeiro sinal dos tempos.
Por sua vez, Mãe Branca, líder do terreiro Ilê Axé Obá Babá Xére,
explica que uma oferenda feita com 5 mil quiabos será oferecido num ritual ao
redor da Pedra. “Temos a necessidade de reenergizar esse altar. Já foi feito
banho de ervas e agora haverá uma oferenda com o alimento que Xangô mais
gosta”. Ela parece reconhecer que a ação atribuída aos evangélicos teve sérias
consequências do ponto de vista espiritual.
A visita dos pastores ao terreiro, emocionou Mãe Branca. “É um
acontecimento histórico para os povos de terreiro. Nunca imaginei que um dia
receberia pastores em minha casa. Tenha certeza de que essa luta não será em
vão”, afirmou. No final do encontro, todos deram as mãos e proferiram rezas em
iorubá. A pastora, que vestia uma camiseta com os dizeres “Eu respeito as
diversidades”, conduziu uma oração do Pai-Nosso. Sua postura e discurso são
totalmente divergentes do que os pastores normalmente ensinam sobre as
religiões afro.
Fonte: Gospel Prime
Para pensar: O significado do termo "Ecumênico" é curioso e importante para
que saibamos com o que estamos lidando. Segundo os dicionários, Ecumênico é
"mundial, geral ou universal", tendo sua raiz etimológica no grego
öikoumene (oicumene) – termo este que, na Biblia é traduzido por J.f. de Almeida
por "Mundo", expressando todo o "Universo de pessoas conhecido"ou o "conjunto de todas as
coisas existentes". Mat. 24.14; Lc 4.5 e At. 17.31.
Fonte: Gospel Prime
Para pensar: O significado do termo "Ecumênico" é curioso e importante para
que saibamos com o que estamos lidando. Segundo os dicionários, Ecumênico é
"mundial, geral ou universal", tendo sua raiz etimológica no grego
öikoumene (oicumene) – termo este que, na Biblia é traduzido por J.f. de Almeida
por "Mundo", expressando todo o "Universo de pessoas conhecido"ou o "conjunto de todas as
coisas existentes". Mat. 24.14; Lc 4.5 e At. 17.31.
Ele é
perigoso porque não é Bíblico nem Cristão. É afronta a Deus, Sua Palavra, Seu
Filho e Sua Igreja e ao Espírito Santo também. Por isso não devemos entrar na
onda e termos medo ou vergonha de sermos considerados sectaristas ou
Separatistas!
O Ecumenismo não
é bíblico, pois não podemos concordar com as denominações sem
discordar da Bíblia. É HIPOCRISIA não dar importância as diferenças
doutrinarias ou dizer "ele crê errado, mas isto não tem importância...Está
bem para mim deste jeito", se sabemos que Deus não pensa assim. Se ele o fizesse, não haveria
necessidade da Bíblia e Deus aceitaria a todos de qualquer maneira( espírita,
budista, macumbeiro, católico, evangélico...) e desta forma Cristo teria
morrido em vão...Se de qualquer jeito está bom, para que Cristo e para que
Bíblia???
O Ecumenismo não
é Cristão, pois seu promotor não é Cristão e seus parceiros também não o são. Ser
CRISTÃO é crer que SÓ CRISTO SALVA. Ele é o único Deus, Salvador, Senhor do
universo, O Todo- Poderoso ( IS 43.11/At 4.12; Rm 3.24; I Jo 5.10-13 e
20...Gl 1.6-10). Se o promotor do ecumenismo e seus parceiros crêem na salvação
por Jesus, mas com a necessidade de complementar com obras boas, cumprimento deSacramentos, auxílio de santos, etc, não creêm em Cristo como ÚNICO e exclusivo SALVADOR e portanto não são CRISTÃOS!
Como partilhar um culto a deus com um povo que nem confia Nele? O Ecumenismo
não é Cristão!
Teríamos inúmeras
referências Bíblicas sobre o assunto, mas deixaremos pra um estudo específico.
Que Deus em Cristo vos Abençoe!

