Seita
deseja implantar chips para alcançar a imortalidade
O movimento transhumanista defende o uso
da ciência e tecnologia para aumentar a inteligência, a longevidade e o
bem-estar dos seres humanos, bem como para eliminar o sofrimento, tanto quanto
possível, de todos os seres conscientes. Transhumanistas consideram certos
aspectos da condição humana (tais como as deficiências físicas e mentais, o
sofrimento, a doença, o envelhecimento e a morte involuntária) como
desnecessários e indesejáveis.
Transhumanistas
se voltam para a biotecnologia e tecnologias emergentes para estes propósitos.
Perigos, bem como benefícios que estas tecnologias encerram são preocupações do
movimento.
O que parece a
descrição de um “movimento” ou “filosofia” para muitos é apenas mais uma seita
esquisita que surge nos Estados Unidos e quer se espalhar pelo mundo. Ray
Kurzweil é o cientista por trás do conceito e, não por acaso, chamado de
“apóstolo do transumanismo”.
Para ele, lá por
2030, a inteligência artificial vai tomar o lugar da humana. Ele escreveu
livros como When Humans Transcend Biology [Quando os Humanos Transcendem a
Biologia] e The Age of Spiritual Machines [A era das máquinas espirituais]. Ele
hoje tem 62 anos e toma 250 comprimidos por dia para alcançar o ano 2029,
porque tem certeza de que a partir deste ano os seres humanos poderão viver
para sempre.
Conhecido
como CyberNostradamus, ele tem oito doutorados honoris causa, é muito
respeitado pela comunidade científica internacional e chamado de futurista, pois
nunca errou uma previsão. Entre as que ainda não se cumpriram, ele afirma que,
a partir de 2045, o ser humano poderá estar totalmente integrado a uma
inteligência artificial, permitindo que aumentar sua capacidade intelectual um
bilhão de vezes.
Surgirá então
uma raça nova, que desconhecerá o envelhecimento e a morte. A tecnologia
poderia levar à imortalidade
Quando os seres
humanos receberem os ‘nanochips’ em seu cérebro estarão desejosos de melhorar a
espécie. O seu objetivo final é aumentar as capacidades do homem, por isso o
nome “Humanidade +” foi escolhido para divulgar o movimento em todo mundo.
Dentro de alguns
anos, um aparelho criado ela nanotecnologia, do tamanho de um grão de areia,
poderá ser colocado no cérebro fazendo de uma pessoa um ciborgue com capacidade
mental bilhões de vezes superior, assegura Hugo de Garis especialista
australiano em inteligência artificial. Ele já tem conduzido estudos sobre isso
num laboratório da Universidade de Xiamen (China).
Michio Kaku, um
dos defensores do transumanismo explica que, em ultima instância, todos os
seres humanos se tornarão deuses.
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