CAPÍTULO IV – O tempo não pára
Um grande perigo que enfrentamos como ministros,
é não vivermos o melhor de nossas vidas, o ambiente familiar; e como Davi, ao
abrirmos os olhos, a vida já ter passado, os filhos crescido; e infelizmente em
alguns casos, algum filho até se perdido sem ao menos percebermos.
A vida não nos espera em nossas empreitadas;
portanto se não tivermos a capacidade de conciliar família e chamado
ministerial o conselho é que não exerçamos o ministério, pois jamais Deus
exigirá o sacrifício de nossa família por amor à Sua Obra.
O fato de alguns de nós, ministros, nos apegarmos
demasiadamente aos nossos netos, é a conseqüência de não termos visto os filhos
crescerem; não pescamos com eles, não andamos de bicicleta, não subimos em
árvores, não jogamos futebol, não dividimos erros e acertos, derrotas e
vitórias; não tivemos tempo para ouvi-los em seus medos, ansiedades e dúvidas,
e ao olharmos, já se foram; cresceram, casaram-se e tudo o que restou foram os
relatórios que acumulamos de quantas famílias alheias aconselhamos, quantos
filhos alheios ajudamos, mas sem nenhuma grande experiência com aqueles aos
quais Deus nos confiou. Continua...


