Igrejas chegam a fornecer material de
higiene pessoal para os presos, outras enviam advogados para avaliar o cenário.
As
penitenciárias do Estado do Ceará contam com o apoio de grupos religiosos
diante da crise de segurança que tem se instalado por conta das rebeliões da
última semana.
A
Igreja Batista Central de Fortaleza, por exemplo, tem atuado há cinco anos no
presídio feminino de Aquiraz através do programa “Celebrando Restauração e
Cidadania”.
Por
meio de programa a igreja oferece palestras, mutirões de limpeza e atendimentos
psicológicos com os familiares dos presos.
Além
disso, a igreja também ajuda as detentas com apoio psicológico, espiritual e
até mesmo suprindo a falta de produtos de higiene pessoal.
A
Pastoral Carcerária, da Arquidiocese de Fortaleza, também tem atuado nos
presídios do estado oferecendo assistência religiosa. Os trabalhos têm mais de
40 anos e em épocas de rebeliões como as da última semana, os trabalhos se
intensificam.
A
pastoral se compromete avaliar e promover a interlocução entre os presos,
familiares, egressos, funcionários, autoridades responsáveis e a sociedade em
geral.
Por
isso, a pastoral carcerária realizou visitas às unidades do Complexo de
Itaitinga após as rebeliões por meio de sua advogada, Ruth Leite Vieira, que tentou
agir para evitar um cenário de violência ainda maior do que os vistos no
penúltimo final de semana.
GOSPELPRIME


