Para marcar o primeiro “Dia de Oração” de seu governo, o
presidente Donald Trump cumpriu mais uma promessa de campanha. Ele assinou um
decreto que garante os direitos religiosos, uma cobrança constante dos
conservadores, que foram duramente reprimidos durando os dois mandatos de
Barack Obama.
Trump reverte assim as restrições de atividades políticas de
casas de culto, garantindo a liberdade de líderes religiosos que desejam se
manifestar nos púlpitos sobre questões políticas, algo que eram
impossibilitados de fazer.
Assim, tenta reverter a “Emenda Johnson”, uma seção do
código fiscal que proíbe organizações isentas de impostos como igrejas a
apoiarem candidatos políticos. Válida desde 1954, seu fim oficial só pode ser
decidido pelo Congresso, cuja maioria é de republicanos, do partido do
presidente.

