Brigas, dívidas, cobranças, crises
financeiras, desgastes emocionais, protestos e separações. Tudo isso pode ser
evitado por você!
Por
muito tempo tenho visto uma prática no relacionamento de alguns casais de
separarem os ganhos de cada cônjuge de forma bem acentuada e talvez
independente, tornando-os cada vez mais individualistas.
E
quando somos individualistas, geralmente consideramos os nossos objetivos
pessoais mais importantes do que os dos outros. E esta prática a meu ver, é uma
fonte ativa para discussões freqüentes entre marido e mulher e um dos
principais motivos de brigas, e até de separações entre casais.
A
bíblia menciona em Efésios 5:31:“Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e
se unirá a sua mulher; e serão uma só carne.”
Crendo
no que diz a bíblia, quando casamos nos tornamos uma só carne, uma só pessoa.
Assim, entendi que a família por ser a união de duas pessoas com hábitos,
culturas e criações diferentes, que ao se unirem tornam-se família, e isso muda
o nosso comportamento como indivíduos.
A
partir de agora, os interesses pessoais, objetivos, planos, problemas, vitórias
ou derrotas decorrem das decisões consensuais da família e não mais da vontade
individual. Ser parte da família, quer dizer que tenho que abrir mão, muitas
vezes, das minhas opiniões individuais pelos interesses coletivos da família.
O fato
de viver, entender e aceitar que sou parte da engrenagem familiar, os objetivos
familiares serão mais facilmente atingidos.
E por
existir casais cristãos que não compreendem o verdadeiro sentido da família,
sofrem os impactos de suas escolhas, tendo a vida financeira conturbada, cheia
de dívidas, empresas em crise financeira, nome em Serasa/SPC, cônjuges
desempregados, sem objetivos claros e não havendo evolução patrimonial da
família.
Assim
não dizimam, não ajudam outros, não propiciam condições melhores de moradia,
educação e saúde para os filhos. É um caos revestido por uma vida mascarada!
Por
isso, os cristãos devem observar alguns princípios bíblicos e financeiros
necessários para cuidar da família e dos bens que Deus lhe confiou de maneira
adequada:
1º.Reconhecer
que Deus é o nosso provedor e que sem Ele não teríamos nada;
2º.Reconhecer
que tudo que temos é dado por Deus, inclusive o nosso casamento;
3º.Como
Cristãos devemos ter a prática de dizimar como diz a bíblia;
4º.O
casal deve planejar os objetivos a curto e longo prazo, priorizando os mais
importantes para família;
5º.Marido
e mulher devem sempre viver com o que ganham e não contrair dívidas acima da
remuneração familiar;
6º.Criar
o hábito de ter reservas em dinheiro para situações contingenciais;
7º.Marido
e mulher devem controlar juntos suas receitas e despesas periodicamente,
confrontando-as com o planejamento financeiro familiar;
8º.Estar
ciente que o tempo passa e no futuro colheremos o que plantamos hoje;
9º.Buscar
constantemente conhecimento sobre finanças pessoais através de livros,
planilhas e orientações técnicas relacionadas ao assunto;
10º.Que
as bênçãos obtidas devem se estender para os demais filhos de Deus, como forma
de honrar e reconhecer o que Deus tem feito por você.
Lembrem-se,
as nossas atitudes sobre finanças ou a falta delas influencia a vida dos nossos
filhos e de pessoas que convivem conosco ou que estão em nossa volta,
positivamente ou negativamente. Qual a sua decisão? Continuar do mesmo jeito ou
mudar?
Não
devemos permitir que o nosso casamento seja consumido pelos problemas
financeiros. O dinheiro deve controlado por nós e não o contrário.
A nossa
família, o nosso lar, deve refletir em todos os aspectos a vida e o
comportamento de Deus.
Pra
isso, precisamos constantemente reorganizar a nossa vida pessoal e familiar sob
a ótica da Palavra de Deus para que essa expressão influencie outros.
MANOEL
QUINTINO JUNIOR – ADMINISTRADORES.COM.BR


