Adolescente compartilha a luta de ser
cristão em área controlada pelo Estado Islâmico.
Um
adolescente cristão que vive no Iraque em uma região sob o governo do grupo
extremista Estado Islâmico (EI) compartilhou como ele e sua mãe foram
perseguidos por causa de sua fé cristã. Ele tinha 14 anos quando os
militantes do EI invadiram a aldeia de Bartella, onde ele morava com sua mãe.
Eles foram forçados a se converter ao Islã ou então eles seriam mortos. Com
medo da morte, eles disseram que haviam sido cristãos no passado. Mas um dia,
os militantes descobriram que o jovem ainda estava usando um colar com uma cruz,
identificando-o como um cristão. Ele foi severamente espancado e teve de
memorizar diversas partes do Alcorão.
Ele e sua mãe viram muitos outros sendo espancados e mortos. Eles até
testemunharam um grupo de crianças executando prisioneiros e uma mulher sendo
apedrejada até a morte.
Depois de dois anos vivendo sob esta violência, o menino e sua mãe conseguiram
escapar. Agora eles estão vivendo em Erbil e estão sendo ajudados por pessoas
que trabalham em uma organização de ajuda humanitária.
O adolescente lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã.
"Sim, estou envergonhado por ter professado o Islã como minha
religião", disse ele.
FOLHAGOSPEL


